O carro cortava a madrugada vazia. As ruas desertas, os semáforos verdes, o silêncio absoluto. A cidade dormia. A mansão nos esperava. E Tessa, em algum lugar, esperava também.
Eu estava no banco do passageiro, com as mãos no colo, os olhos fixos na estrada, a mente longe. Pensava em Sophia. No rosto dela quando acordasse na casa do Gustavo. Na confusão nos olhos dela. Na pergunta que ela ia fazer: "Mãe, por que você me deixou?" A culpa pesava nos meus ombros como chumbo.
Maximus quebrou o silê