O beijo foi fogo.
Não o fogo que destrói. Foi o fogo que aquece por dentro, que derrete ossos e acende a alma. Os lábios de Maximus se moviam contra os meus com uma fome contida, profunda, como se ele quisesse beber cada suspiro meu. Sua língua deslizou devagar, quente e molhada, enroscando-se na minha com uma paciência que fazia meu ventre contrair.
A mão grande dele subiu pela minha nuca, dedos se enredando nos cachos com firmeza suave, inclinando minha cabeça para aprofundar o beijo. Quando