A mala continuava aberta no chão do quarto de hóspedes.
Eu fiquei sentada na beirada da cama por horas, olhando para as roupas que a Sra. Winters tinha separado. Nada daquilo era meu. Os vestidos pastel, os sapatos de salto, os lenços de seda — tudo pertencia a Tessa. Tudo pertencia a uma mulher que eu nunca conheci e que, de alguma forma, tinha me emprestado a vida por um tempo.
Eu não ia levar nada daquilo.
Não porque não precisasse. Mas porque carregar aquelas roupas seria como carregar a me