Patrícia percebeu que havia chegado a hora quando escreveu o nome do bebê pela terceira vez e, ainda assim, sentiu que algo faltava.
Não era dúvida. Era precisão.
O nome precisava caber naquela criança sem carregar peso demais. Não seria homenagem, nem concessão, nem tentativa de apagar o passado. Seria afirmação. Identidade construída desde o início, não expectativa projetada.
Ela fechou o caderno e apoiou a caneta sobre a mesa. O bebê dormia no quarto ao lado, num silêncio tão profundo que pa