Os primeiros dias em casa não tiveram nada de épico.
E Patrícia agradeceu por isso.
As noites eram fragmentadas, o sono vinha em blocos curtos, o corpo ainda se ajustava a uma nova lógica. Havia dor, havia cansaço, havia dúvidas pontuais. Mas não havia caos. Não havia medo. Não havia aquela sensação de perda de controle que tantas mulheres descreviam como inevitável.
Patrícia organizava o dia como sempre fizera: observando, ajustando, respeitando limites reais.
O bebê acordava, mamava, dormia.