Mundo de ficçãoIniciar sessãoÁria soltou um soluço baixo, tentando sorrir em meio ao choro.
— Onde está toda aquela arrogância agora? Onde está o dom de se curar e de me irritar até eu querer te socar? Você não pode ficar aí parado, Yulian. Não você.
Ela se inclinou, encostando a testa na dele, sentindo o calor febril que emanava de seu corpo ferido.
— Obrigada por salvar a Hanna. Obrigada por cumprir sua promessa com ela, mesmo que isso tenha custado quase tudo a você. Mas você não tem o direito de me deixar — ela sussurrou contra a pele dele. — Você prometeu me fazer sua. Você disse que eu era a sua cura, que o meu sangue era o que acalmava sua fera... então prove. Volte para mim.
Com um gesto desesperado e carregado de simbolismo, Ária pegou a mão grande e calejada de Yulian e a guiou até a nuca dela. Ela pressionou a palma de







