Mundo de ficçãoIniciar sessão— Aquele filho da mãe... — ela resmungou, a voz saindo como um sussurro seco e arranhado.
A raiva borbulhou em seu peito. Ela queria se levantar, queria encontrar Yulian e arrebentar aquela cara arrogante por ter decidido por ela, por tê-la nocauteado como se fosse um fardo e não a mulher que lutou ao seu lado.
Ela tentou se impulsionar para cima, mas o mundo girou e uma dor aguda na nuca a forçou a soltar um gemido.
Só então ela percebeu que não estava em seu quarto na mansão Volkov. As paredes eram de um branco clínico, equipamentos de monitoramento bipavam ritmicamente e o teto tinha o brilho impessoal de uma ala hospitalar de elite.
— Senhorita Ária? — a voz era fraca, mas não vinha de um inimigo.
Ela virou a cabeça com cuidado e sentiu o coração apertar. Na cama ao lado, Hanna estava deitada, pálida como cera. A irm&a







