Mundo de ficçãoIniciar sessãoHanna sentiu o coração acelerar com violência. Ele estava a testando, ou aquela urgência era genuína? A possibilidade de fuga colidia com a nova e perigosa lealdade que Aslan havia cultivado. A gratidão pelas refeições e o sussurro constante na mente dela.
— Ele é um predador, mas me protege — falaram mais alto.
Ela não podia arriscar a segurança dele, o homem que, de alguma forma, estava sendo "gentil".
— Você me ajudou com a comida, não foi? — Hanna sussurrou de volta, olhando-o nos olhos. — Eu sei que foi você. Eu o vi uma noite.
Malrik pareceu momentaneamente desarmado pela menção, mas assentiu.
— É a sua chance. Saia, agora!
Hanna balançou a cabeça, o medo da punição para ele era mais forte do que seu próprio desejo de liberdade.
— Nã







