Mundo de ficçãoIniciar sessãoO túnel se estendeu por mais vinte metros de tortura física e emocional antes de se alargar em uma pequena área de manutenção, mais alta e com piso de concreto seco. Era o primeiro respiro.
Yulian a alcançou e a parou com um toque firme no tornozelo.
— Pare. Agora. — Sua voz estava baixa e tensa.
Ária parou abruptamente e se virou. O facho da lanterna dele encontrou o rosto dela. Estava pálido, com os olhos castanhos esverdeados ainda ligeiramente dilatados, mas a determinação já havia voltado. O lábio inferior estava ligeiramente mordido.
Yulian usou a mão enluvada para segurar o queixo dela, inclinando-o para avaliar melhor. Ele não estava apenas verificando o medo; ele estava verificando a vulnerabilidade que ela acabara de lhe mostrar.
— Olhe para mim, Ária. Você está bem? Se você não estiver cem p







