— Por favor, não me diga que você matou o Rafael.
Vitória fechou os olhos por um instante.
— Sofia.
— Desculpa — a amiga se apressou. — Quando você disse que fez merda… eu pensei que era isso.
Vitória respirou fundo. Começou a andar pelo quarto, o celular pressionado contra a orelha, como se falar de uma vez fosse a única forma de não recuar.
— Ontem à noite... eu bebi com o Rafael.
— O quanto você bebeu?
— O suficiente pra aceitar um jogo idiota.
Ela contou tudo sem interrupções longas