O quarto estava mergulhado em silêncio, apenas quebrado pela respiração acelerada dos dois. Rafael manteve o olhar fixo em Vitória, atento a cada reação, como se quisesse ter certeza de que ela permanecia segura ali. Não havia pressa em seus gestos; o momento parecia exigir calma, e ele respeitava isso.
Ele se inclinou e a beijou novamente, mais lento, permitindo que ela se acostumasse ao ritmo antes de qualquer avanço. A mão dele percorreu o braço dela devagar, descendo até a cintura. O toque