A sacola ainda estava na mão dela quando Rafael a olhou daquele jeito que não deixava espaço para ironia. Não havia mais provocação ali, nem discussão sobre tecido ou empregados. Havia algo que vinha sendo empurrado para trás há tempo. Ele se aproximou com um passo único, decidido, e quando a mão dele fechou sobre a dela, não foi para pegar a sacola. Foi para puxá-la. O movimento a trouxe contra o corpo dele antes que ela tivesse tempo de escolher reagir, e o ruído da sacola caindo no chão soou