Sai de lá com uma firmeza que eu não sentia por dentro.
Minhas mãos ainda tremiam, não de medo, mas de uma exaustão que parecia vir de séculos. Ver o Ricardo ali, parado no meio daquela sala que deveria ser o nosso recomeço, foi como ver um castelo de areia ser levado pela maré.
No elevador, olhei para o Henry.
Ele segurava a minha mão com força, os olhinhos inchados de sono, mas com uma expectativa que me partia o coração.
Eu não quero que ele saiba disso, não quero que ele sonhe que