Os dias que se seguiram foram uma mistura de alívio e uma vigilância constante.
O Ricardo não saía do meu lado, e cada vez que eu fechava os olhos, sentia a mão dele buscando a minha, como se precisasse conferir se eu ainda era real.
Recebi alta sob uma lista interminável de recomendações: repouso absoluto, nada de estresse e monitoramento rigoroso da gravidez.
Sair daquele hospital foi como atravessar um portal. O ar da rua parecia diferente, mais pesado e, ao mesmo tempo, mais vivo.