O quarto parece menor do que o normal. Talvez seja a forma como você está encostada na porta, como se fosse sua última barreira. Não sabe que é inútil. Eu sempre encontro um jeito de entrar.
A luz do abajur solitário no canto, desenha sombras pelo seu rosto, e o vestido que você usa parece ter sido feito para testar minha paciência. Eu respiro fundo. Uma, duas vezes. Não é o momento de perder o controle… ainda.
— Pode sentar. — aponto para a cama, minha voz baixa, firme.
— Não quero. — seu to