A água turquesa refletia as luzes do bangalô. Lá fora, o som do mar. Aqui dentro… só o som da respiração dela — acelerada, trêmula, entregue.
Beatriz, com a barriga já arredondada de 6 meses, estava de frente pra porta de vidro, olhando o pôr do sol que se despedia sem saber que, lá dentro, quem ia pegar fogo… era ela.
Caio estava atrás dela. Só de bermuda. Tatuagens expostas. Mãos no bolso. E aquele olhar… aquele maldito olhar de quem sabe que controla cada fibra do corpo dela.
Ele caminhou de