O mar parecia Photoshop da natureza. Azul surreal. Verde impossível. Transparente de um jeito que dava pra ver até os peixinhos fofoqueiros nadando embaixo do barco.
O barco?
Branco, elegante, todo de madeira de teca, com almofadas bege, velas náuticas abertas e uma bandeja com frutas, champanhe (sem álcool pra ela, claro) e panquecas que ninguém ia comer. Porque fome, naquele momento, era outra.
Beatriz estava sentada na parte da proa, vestindo um biquíni branco rendado — aquele modelo que val