A paz no quarto era tão densa e doce que parecia um elemento físico, envolvendo Ian e Olívia como um casulo acolhedor. O ar ainda carregava o aroma do sexo e da verdade, mas agora temperado pelo brilho suave do sol da tarde que entrava pela janela. Olívia, ainda meio deitada sobre o peito dele, ergueu a mão esquerda, deixando a luz dançar nas facetas do solitário anel.
Ela riu, um som leve e maravilhado.
— Você já me deu dois desses, sabia?
Ian sorriu, seus dedos traçando círculos nas costas d