ISABEL LINORES
Corri para me vestir assim que Charles entrou no banheiro. Me vesti o mais rápido que consegui e saí do quarto para resolver a confusão que eu mesma tinha criado.
Minha mãe e minha tia estavam encolhidas no sofá com os pés para cima, segurando almofadas na frente do corpo como se fossem escudos.
— Cadê o rato, Isabel? O Charles conseguiu matar a fera? — minha mãe perguntou, com os olhos vigiando o corredor.
— Calma, mãe. Podem baixar a guarda, não tem rato nenhum — falei, solta