ISABEL LINORES
Aquele domingo foi, sem sombra de dúvidas, um dos dias mais felizes, gratificantes e exaustivos da minha vida inteira. Charles e eu passamos a manhã e boa parte da tarde carregando caixas, montando os últimos móveis e ajudando a minha mãe e a minha tia a organizarem tudo na nova casa.
Ver a minha mãe arrumando as suas panelas na cozinha, e planejando com empolgação onde plantaria as mudas no quintal me enchia de um orgulho indescritível. Era a sensação de um dever cumprido.
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