O endereço no bilhete me levou até uma rua discreta na zona oeste da cidade, entre prédios comerciais e galpões silenciosos. Era uma manhã nublada, e tudo ali tinha a aparência de algo que preferia não ser notado.
Eu desci do carro com o coração acelerado. Não fazia ideia do que estava procurando. Mas desde que Dante desapareceu da minha vida, alguma coisa dentro de mim não conseguia descansar. Não era só saudade. Era inquietação. Instinto.
Na fachada discreta do número 927, havia uma porta de