Saulo Prado
Angelina me enfrentou com aquele olhar verde que me enlouquecia.
- Eu não posso parar, Saulo. Do que vou viver? Do que vou sustentar os meus filhos?
A voz dela tinha firmeza, mas eu sentia a vulnerabilidade escondida. Epu ajeitei Atlas na cama, febril, e quando ela tentou pegar Adson, nu e frágil, eu segurei seu braço.
- Fique em casa, Angel. Me deixe cuidar de vocês.
Ela riu, incrédula.
- Não é o certo. Não é só sobre os meninos. É sobre mim, sobre a nossa vida.
- Eu arco com tu