Saulo Prado
Era uma daquelas noites em que Sobral parecia se transformar diante dos meus olhos. A cidade, pouco vibrante e cheia de vida, estava mais agitada do que o normal. Eu adorava a energia que ela transmitia naquele momento. Afinal, sair de casa para beber e me divertir era o meu desejo. Era como se a rotina das fábricas e indústrias, que dominavam a cidade, se dissolvesse por algumas horas, dando espaço para as pessoas se perderem nas ruas, nos bares e nas conversas, buscando distração