Ninguém me avisou que o amor por um filho podia doer tanto.
Não aquela dor de perda ou medo.
Mas a dor de olhar para um ser tão pequeno, tão dependente, e sentir o coração sair do peito toda vez que ele respira, chora ou sorri dormindo.
Theo nasceu como uma explosão de luz numa sala fria.
E desde então, tudo mudou.
Inclusive eu.
Os dois primeiros dias no hospital foram um borrão de emoções, visitas, exames, tentativas frustradas de dormir e aprender como ser mãe na prática.
A enfermeira me m