A noite se arrastou até a madrugada, e ainda assim eu não consegui dormir direito. A imagem de Anna no meu escritório, com aquele olhar curioso e determinado, ainda está fresca na minha mente.
Eu tento me convencer de que não devo me aproximar dela, mas é como lutar contra uma força invisível que insiste em me puxar.
Quando chego à empresa no dia seguinte, Helena já está na minha sala. Minha irmã sempre foi meu alicerce.
— Você está com olheiras, irmão. — Ela diz, erguendo uma sobrancelha. — D