Pela manhã, eu e Ronaldo estávamos tomando café com a família, aquele momento simples, mas tão importante para mim. Era como um escudo silencioso antes de enfrentar mais um dia de julgamento. Pelo que o advogado nos disse, as chances de João sair livre eram quase nulas e isso me trazia um alívio que eu nunca tinha sentido tão profundamente.
— Ele é tão bonzinho, Margarida. — minha sogra comentou, encantada, olhando para Jake, que dormia profundamente no colo do pai. — Parece mesmo com o pai.
T