24. O peso das incertezas
A luz da cidade, que antes parecia tão reconfortante através da parede de vidro, agora refletia nos meus olhos como se ampliasse cada sombra, cada pensamento que insistia em invadir minha mente. Eu me sentei na beira da cama, os ombros rígidos, o peito apertado, e tentei controlar a respiração que se tornava cada vez mais irregular. A ansiedade crescia, uma presença quase física, pesada e sufocante.
Lembrei de Noah, de tudo que havia acontecido entre nós, das promessas quebradas, das palavras