Minhas patas impulsionavam contra o chão, uma após a outra, jogando terra para trás enquanto eu corria o mais rápido que conseguia.
O vento batia no meu focinho, meus pelos balançavam e meu coração batia acelerado no peito.
Não havia tempo para comunicar nada a ninguém.
Minha natureza, que parecia ensandecida com a morte de Ariel, agora estava dominada por um outro tipo de loucura.
Uma fúria que eu nunca me imaginei capaz de sentir.
Foi a coisa mais esquisita e violenta que já aconteceu na