Os dias passaram a ter uma nova rotina para Maya.
De manhã, ela saía do hospital direto para a sede da Kameron, com uma pasta de documentos na mão e um nó constante no estômago. Passava o dia entre reuniões, relatórios, olhares desconfiados. Ao final da tarde, voltava ao hospital, trocava algumas palavras com os sogros e assumia o turno ao lado de Josh até o corpo não aguentar mais.
O prédio enorme da empresa ainda parecia intimidante. O hall cheio de gente apressada, os elevadores espelhados,