Cartas no Tempo – Parte 2
O salão da Fazenda Feitiço do Sol Nascente havia se tornado um santuário silencioso.
Cada carta lida ecoava como uma lembrança viva, uma despedida que chegava tarde demais, mas ainda assim comovente.
Agora era a vez das cartas destinadas àqueles que carregavam marcas profundas:
Luna.
Laura.
Lupita.
Arturo.
Havia algo solene no ar, como se os fantasmas de Laís e Gael tivessem retornado para entregar pessoalmente cada palavra escrita.
Maria respirou fundo