Terra de Memórias
Dois anos após a partida de Amanara.
O último dia de Lupita na fazenda.
O amanhecer chegou manso, como quem pede licença para entrar. Uma névoa fina cobria os campos, e o som dos galos era acompanhado pelo tilintar dos sinos espalhados pelo jardim da figueira.
Era uma manhã especial, Solene, mas serena.
A fazenda acordava para um ritual diferente, silencioso e sagrado:
A despedida de Lupita.
Ela estava sentada em sua cadeira de balanço, na varanda onde tantas vezes