Ponto de vista da Kaia
Eu não queria acordar, mas sentia mãos suaves acariciando meu rosto, uma voz feminina chamando meu nome.
— Kaia?
— Que horas são? — Murmurei, me virando de lado e enterrando o rosto no travesseiro, ainda meio adormecida. Tudo o que eu queria era voltar a dormir, mas aquela sensação de angústia já estava voltando.
— Está na hora do café. Que horas você voltou?
— Sei lá... Três da manhã...
— Três da manhã? Você ficou o tempo todo no centro médico? — Alora fez um estalo com a