Narrado por Zeus
O gosto de sangue ainda estava na minha boca.
Talvez fosse o meu. Talvez não. Eu já tinha perdido a conta de quantas vezes cuspi no chão da guerra.
A fumaça ainda dançava no céu noturno quando entrei de volta na mansão devastada. Estilhaços espalhados pelo hall, tapeçarias rasgadas, a parede da sala de armas esburacada. O cheiro de pólvora e destruição impregnado nas paredes. E mesmo assim, nenhum dos meus homens mortos.
Eles vieram pra mandar um recado.
E o recado foi claro: e