Com um olhar de esguelha, eu me atrevo a analisar o rosto dos dois. Meu pai me está me estudando pensativo, minha mãe está com cara de choro.
—Yasmin, já lavou a mão para jantar? —Meu pai pergunta quebrando o silêncio.
—Não. Vou lavar agora. —Yasmin fala e sai correndo.
Eu estico meus lábios, e dou um sorriso.
—Eu não vou jantar. Com licença. —Eu digo rápido para sair da presença deles. Meus nervos me oprimem. Aliás, tudo me oprime ultimamente.
Subo as escadas de dois em dois degraus, passo com