Rashid me afasta para colar sua boca na minha. Eu sou beijada, mas não beijo. Não correspondo. Ele percebe e se afasta para me olhar.
—Desculpe-me, sei que está doente. Não está em condições de nada. Você está quente. Vou pedir para Zilá trazer junto com o café um antitérmico.
Eu concordo com a cabeça, mas nenhum som sai da minha boca.
—Vem, agora deite-se.
Eu me deito, e respiro fundo, em alívio quando o observo sair.
Logo depois, Zilá entra com um carrinho e meu café da manhã. Ela distrib