Ponto de Vista de Andreas
Quando a porta da sala do Conselho se abriu, senti meu coração parar. O ar mudou. Uma energia antiga, selvagem e sagrada tomou conta do ambiente como uma onda avassaladora. Minhas costas se eriçaram, meu lobo se curvou dentro de mim, uivando em reverência e medo.
E então ela entrou.
Mara.
Minha filha… e ao mesmo tempo, absolutamente não minha filha.
A luz da lua parecia acompanhar cada passo, mesmo dentro do salão fechado. Seus olhos não eram os dela — não aqueles que