O ar estava pesado, quase sufocante. A noite que envolvia o mundo já não era apenas escuridão, mas um véu de sangue e destruição. Guerras, incêndios, monstros vagando pelas cidades, exércitos de criaturas que antes apenas existiam nas sombras agora dominavam a Terra. Homens gritavam, mulheres choravam, crianças eram arrancadas dos braços de suas mães. O mundo se partia em pedaços diante dos olhos dos que ainda viviam.
Mas dentro do refúgio sagrado de Varya, nada disso conseguia penetrar. O luga