O ar estava pesado, com o cheiro de terra molhada e folhas esmagadas sob os pés de Sirius. Havia parado o carro logo a frente da casa de Clarice, e a grama baixa que fazia o caminho até a pequena varanda da garota parecia um tapete macio sob o caminhar do lobo. Clarice observava, pela janela, a imagem de Sirius, vestindo seu usual casaco de couro negro, elegante e sempre de expressão fechada, refletia uma aura de mistério. Enquanto o rapaz se aproximava, a ruiva suspirou, colocando uma mecha de