O ar ali dentro era quente e gracioso. Não pelo calor da terra ou das tochas fracas presas às paredes rochosas, mas pelo desejo que pairava no espaço estreito entre Hei e Kaena.
Lá fora, o inimigo se movia como uma serpente na noite. Mas ali, nas profundezas do refúgio subterrâneo, Hei e Kaena não eram guerreiros, apenas dois corpos que se reconheciam pelo toque, pelo gosto, pela ânsia de se entregarem um ao outro.
Kaena deslizou os dedos pelo peito nu de Hei, sentindo a firmeza de seus músculo