O vento cortava a noite como lâminas invisíveis, arrastando folhas secas e poeira pelo caminho irregular da floresta. Tupã era um borrão, um espectro em alta velocidade, seu corpo biônico impulsionado por uma força que não era apenas física, mas espiritual, sua mente tomada por um único objetivo, uma única obsessão: Yara.
Cada passo reverberava como um trovão no solo, mas não eram apenas seus pés metálicos que ecoavam na noite. Havia algo mais. Algo dentro dele.
Uma presença que rastejava pelas