A luz da manhã filtrava-se pelas frestas das persianas pesadas, desenhando linhas de poeira dourada no ar do quarto. Jade abriu os olhos e, pela primeira vez em semanas, a primeira coisa que sentiu não foi o peso esmagador da culpa, mas uma fome lancinante. Era o seu corpo exigindo combustível para a vida que agora abrigava.
Mara entrou no quarto sem fazer barulho, carregando um kit médico e uma nova bandeja de café da manhã, reforçada com proteínas e frutas frescas. Ela parou aos pés da cama