O silêncio no quarto era tão denso que Jade podia ouvir o próprio coração — um galope descompassado que agora carregava um eco. Grávida. A palavra ecoava em sua mente como um mantra sagrado e aterrador. Ela olhou para as próprias mãos, pálidas e trêmulas, e depois para o abdômen ainda plano. Era impossível, mas Mara nunca mentiria sobre algo assim.
— Um bebê... — Jade sussurrou, a voz falhando. — No meio desse inferno, Mara? Como ele vai sobreviver se eu mal consigo ficar de pé?
Mara se apro