EDGARD
O pai da Marianne me deu um tapinha no ombro como se eu fosse filho dele. Aquilo meio que me incomodou, sabe? Eu não queria me apegar a ninguém daquela família, mas, para ser sincero, o cara era gente boa.
Pela segunda vez naquele dia, me peguei pensando como seria legal ter um pai assim. Ele disse que a gente se veria no jantar e mandou eu dar um beijo na Marianne por ele. Achei meio es