Samanta
O clique da porta de carvalho se fechando atrás de mim soou como o martelo de um juiz anunciando uma sentença de morte. O silêncio da sala da presidência era pressurizado, carregado de uma tensão que fazia meus pulmões arderem. Eu não me virei imediatamente; precisei de dois segundos para montar minha máscara de indiferença, escondendo o fato de que meu coração tentava escapar pelo peito.
— O que você está fazendo aqui, Samanta? — A voz de Lorenzo não era mais a do CEO polido que falava