Samanta
O ar parecia ter sido sugado de todo o trigésimo andar. Eu virei de costas imediatamente, sentindo o sangue martelar nas minhas têmporas com tanta força que minha visão periférica escureceu. Meus dedos agarraram a borda da mesa com tanta força que os nós das mãos ficaram brancos.
— É ele — sibilei para Emma, mal movendo os lábios. — Emma, pelo amor de Deus, é ele!
Emma, que já estava em alerta desde que a presença magnética de Lorenzo Bellini cruzou o corredor, não precisou de uma segun