Corri pelos corredores do hospital com o coração na garganta, ignorando as pontadas de dor nos meus próprios músculos. Cada passo ecoava o medo de que aquele pico de atividade fosse o último esforço de um cérebro prestes a se apagar. Quando avistei o Dr. Heitor perto do posto de enfermagem da UTI, ele não parecia derrotado, mas sim profundamente concentrado.
— Isadora, que bom que chegou — ele disse, conduzindo-me para a ante-sala. — O monitor acusou uma atividade intensa no córtex frontal. O c