Era segunda-feira. Luan e Priscila caminhavam em direção ao escritório da presidência com um objetivo claro: resgatar o celular de Luana, mas, ao dobrarem o corredor lateral que dava acesso ao cofre privativo de Leon, pararam subitamente.
Daniel já estava lá, suas mãos, ainda trêmulas, seguravam o aparelho.
— O que você pensa que está fazendo, Daniel? — A voz de Luan chicoteou o silêncio, fria e autoritária.
Daniel deu um salto, o rosto pálido denunciando o flagra. No entanto, ele recompôs a má