O rugido do motor do carro preto atrás de nós soou como o rosnado de um animal faminto. Chicago, que momentos antes parecia hipnotizada pelas projeções na Torre Vane, transformou-se em um tabuleiro de xadrez mortal. A luz das fotos no vidro ainda piscava acima de nós, pintando o asfalto de azul e branco, mas meus olhos estavam fixos no asfalto molhado e nas sombras que se moviam rápido demais.
— No carro, agora! — Julian gritou, puxando-me pela mão em direção ao nosso Ford estacionado na pe