DOUGLAS WARD
Minhas mãos apertavam as coxas de Aurora com força enquanto eu a mantinha aberta para mim. A visão dela, nua e exposta, com os lábios entreabertos e o corpo tremendo, era o suficiente para me deixar no limite.
— Você é tão fodidamente linda… — murmurei, minha voz rouca enquanto passava a língua lentamente entre suas dobras molhadas. — Esse gosto… é só meu. — Ela gemeu alto. Olhei diretamente nos olhos dela. — Não esqueça de sempre ficar aberta para mim. Entendeu?
— S-sim… senho