Ela se levantou da cadeira da cozinha, um cômodo aberto atrás do sofá, decidida a acordá-lo. Eles precisavam sair daquela lua e voltar para o espaço.
— Ei... acorda... — ela cutucou o ombro dele, a voz inesperadamente doce, quase um sussurro.
Ele continuava dormindo, a exaustão o mantinha preso.
— Acorda, cara — ela empurrou o ombro dele com mais força, a voz mais grossa agora, sem nenhum carinho.
O sofá parecia tê-lo engolido — o felpudo denso, geladinho, colava na pele dele como se suplicasse